IMG_4206.jpg

Gabriel Guirá é artista multidisciplinar brasileiro do Distrito Federal.

 

Como artista gráfico, assina dezenas de projetos, tendo experiência de pesquisa e criação imagéticas com as mais diferentes linguagens artísticas, entre teatro, circo e música, com grupos e companhias como Sutil Ato, Tripé, Liquidificador, Viçeras, La Casa Incierta, Mundin, Rainha de Copas e As Desempregadas. O seu trabalho é caracterizado pela busca de peças gráficas interativas, tanto no conceito quanto na materialidade, colocando o design não apenas como uma ferramenta publicitária de pré-produção, mas parte integrada a todas as etapas do processo de criação artística.

 

Na literatura, já foi vencedor e finalista de prêmios nacionais e internacionais desde 2008, como o Prêmio Assis Chateaubriand e o Prêmio de Humor de Piracicaba, tendo tido uma de suas obras exposta no Museu da Língua Portuguesa de São Paulo.

 

Desde 2018 trabalha como ator no “Inspira Fundo”, série audiovisual do Canal Bebelume. Com duas temporadas, a série já participou de eventos nacionais e internacionais, como o FICI, maior festival de cinema infantil do Brasil, e a MIP Junior, maior feira internacional de audiovisual para infância, em Cannes.

 

Como artista plástico, realizou na VI edição do Festival Primeiro Olhar - festival internacional de arte para primeira infância, a primeira montagem de “Aldeia Adormecida”, sua exposição-instalação, voltada tanto às crianças de 3-5 anos quanto aos adultos, um projeto que une artes visuais e poesia para abordar a simbologia da casa.

Desde 2009 trabalha no teatro para a infância, tendo a partir de 2016  voltado as suas pesquisas e criações principalmente ao público de 0-5 anos. Seus trabalhos mais recentes são: “Relicário” (2016), como ator e co-criador ao lado de Hyandra Ello, um espetáculo voltado ao público de 0-3 anos que já circulou por diversas creches da rede pública do DF; “Brasília brinquedo de ler” (2018), como dramaturgo e ator ao lado de Ana Flávia Garcia, um espetáculo voltado ao público acima de 3 anos que aborda a relação criança-cidade a partir das narrativas oníricas presentes no brincar. “Tempo dell’anima”, como ator e co-criador, um projeto de residência artística com Antonio Catalano realizado em novembro de 2019 na Casa degli alfieiri (Asti, Itália), que culminou no espetáculo “Popololu”, estreado na Scuola Infanzia Valerio Miroglio, e em um mini-documentário sobre o processo, ambos com circulação na rede pública de ensino do DF em 2020.

Em 2020 criou o seu primeiro espetáculo solo, “Encaracole”, que une dança, teatro, música e poesia autoral para abordar a relação corpo-chão dos bebês. Dirigido por Janaína Moraes, o solo foi selecionado para o Festival Visioni 2020, em Bolonha, Itália.

IMG_4313.jpg